METAVERSO: ENTENDA DE UMA VEZ POR TODAS

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Se você já jogou ou pelo menos leu sobre jogos como Decentraland, The Sandbox ou Upland, com certeza você já se deparou com a palavra metaverso. Talvez você ache que isso é algo específico desses jogos, mas vamos mostrar a seguir que metaverso é uma lógica revolucionária que pode dominar tudo o que conhecemos como Internet nos dias de hoje.

Em breve, o metaverso pode ser a forma de funcionamento não só de todos os games que você joga, mas também das redes sociais que você usa e até mesmo das suas relações de trabalho. Já deu para ver que é importante estar ligado no que isso tudo significa, né? Especialmente para a gente que joga games play to earn, onde a construção do metaverso já é uma realidade. Então acompanhe essa discussão com a gente!

O QUE É O METAVERSO?

O metaverso é uma rede de mundos virtuais que pessoas de qualquer lugar do mundo podem explorar juntas. Nele, cada um pode construir sua própria identidade, interagir com os outros usuários e ajudar no desenvolvimento desse espaço compartilhado.

Essa realidade alternativa abre inúmeras possibilidades para o usuário. Ele pode ser quem quiser ser e fazer o que quiser fazer. O metaverso está acessível em qualquer lugar e o tempo todo, sendo necessário apenas acesso à Internet. Também é multiplataforma: pode ser acessado por smartphone, tablet, PC, óculos de realidade virtual, etc.

Entretanto, o metaverso não é totalmente descolado do mundo real. Existe uma dinâmica entre explorar as potencialidades que a imaginação pode nos proporcional sem nos afastar por completo de elementos da realidade que dão sentido à essa experiência.

Isso quer dizer que, dependendo das regras do metaverso, você pode voar, por exemplo. Afinal, as leis da física não precisam ser aplicadas por lá. Mas, por outro lado, você pode ter as suas relações de trabalho, com seu chefe e seus colegas, reproduzida no metaverso para o desenvolvimento de algum projeto.

Por ser uma reconstrução adaptada do nosso mundo, o metaverso é considerado uma convergência entre o mundo real e o virtual. A partir dela, podemos estar fisicamente no mundo físico, mas com nossa consciência no ambiente digital.

Além disso, o metaverso também pode ser um espaço híbrido, através do uso de ferramentas como realidade aumentada e realidade virtual para misturar eventos que podem estar ocorrendo no mundo físico e no digital ao mesmo tempo

INTERESSE GLOBAL

A iniciativa de criação do metaverso não é algo exclusivo da área dos jogos. O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, quer que essa rede social também migre para o metaverso. Recentemente, o empresário anunciou um investimento de US$ 50 milhões para o desenvolvimento desse projeto.

Na verdade, algumas empresas têm entendido que a forma de interação por meio do metaverso é o caminho para onde toda experiência online está convergindo. Por isso, inúmeras empresas das áreas de comunicação, entretenimento e tecnologia de dados têm apostado no desenvolvimento dessa ferramenta. É o caso da Google, da Nintendo, da Samsung, da Netflix e do Discord, por exemplo.

Por isso, o investidor de risco Matthew Ball abriu um fundo na bolsa de valores especificamente voltado para quem quer investir no metaverso. Para ele, esse recurso vai ser tornar até mesmo uma plataforma para organizar as relações de trabalho no futuro. De fato, já existem ferramentas como o Gather Town, que simulam um escritório, compartilhando as câmeras das pessoas cujos avatares estão no mesmo ambiente para o qual o avatar do usuário se move.

Para muita gente, o metaverso vai ser o sucessor da Internet. Mas para algumas pessoas, o metaverso ainda não existe de fato, sendo apenas uma ideia em construção. De todo modo, apesar de tanta gente interessada nesse avanço tecnológico, os games é que estão saindo em disparada na frente no desenvolvimento do metaverso.

ORIGEM NA FICÇÃO

A ideia de metaverso surgiu em obras de ficção científica. Mais precisamente em um livro de William Gibson, de 1984, chamado Neuromancer. Nele, o autor imagina pela primeira vez uma colonização do ciberespaço.

Mas a palavra metaverso só aparece, de fato, em um livro de Neal Stephenson chamado Snow Crash, de 1992, em que o autor imagina uma realidade virtual em três dimensões na qual as pessoas podem enxergar cenários e passear por eles. Posteriormente, a ideia também foi desenvolvida nos filmes da saga Matrix (1999-2003), das irmãs Wachowski, nos quais os seres humanos vivem numa simulação do mundo real.

Em 2011, Ernest Cline lançou o livro Jogador Nº 1. Em 2018, o livro virou um filme de Steven Spielberg. A história é sobre um mundo devastado pelas mudanças climáticas no qual os seres humanos passam a maior parte do tempo em uma realidade virtual imersiva chamada OASIS. Essa obra passou a ser uma das maiorias referências do que o metaverso pode vir a ser um dia.

HISTÓRICO NO MUNDO DOS JOGOS

O primeiro jogo a explorar a ideia de metaverso surgiu em 2003. Fonte: Second Life.

O primeiro jogo a desenvolver de forma mais específica a ideia de metaverso foi o Second Life, lançado em 2003, pela Linden Lab. O nome do jogo (“segunda vida”, em português) dá a entender que o objetivo dele é criar uma realidade digital paralela na qual as pessoas possam ter uma vida diferente da que elas levam no seu dia a dia.

Depois disso, veio Roblox, em 2004, da Roblox Corporation. Mesmo tendo sido lançado há mais de 15 anos, o jogo continua se valorizando cada dia mais. Recentemente, ele entrou na Bolsa de Valores de Nova York, o que resultou em uma valorização da marca de quase US$ 40 bilhões.

Em 2011, surgiu o também famoso Fortnite, da Epic Games, que se tornou um grande sucesso. Em 2020, Fortnite promoveu um show virtual do rapper Travis Scott que foi acompanhado por mais de 12 milhões de jogadores pelo mundo. Neste ano, o jogo fez uma homenagem a Martin Luther King Jr., criando uma espécie de museu dentro do game.

Recentemente, em 2020, tivemos o Animal Crossing: New Horizons, da Nintendo. Todos esses jogos têm em comum o fato de terem um universo próprio e em expansão. Nas próximas seções, vamos falar sobre como essa lógica se estende também aos jogos play to earn.

CADA JOGO TEM UM METAVERSO DIFERENTE?

Apesar de muitas vezes falarmos sobre o metaverso de um determinado jogo, tecnicamente a resposta é não. Existe apenas um metaverso, assim como existe apenas uma Internet, por exemplo. Isso porque nem o metaverso nem a Internet se referem a um único lugar, e sim a possibilidades infinitas de formação de lugares virtuais.

Na Internet, há inúmeros sites, cada um com suas características. No metaverso, há vários universos ou mundos digitais, e cada jogo tem o seu. No entanto, é comum o uso da expressão “o metaverso de tal jogo” para se referir ao universo digital desse game dentro do metaverso.

O metaverso, portanto, é uma rede demundos digitais. Nos jogos, eles se conectam entre si, por exemplo, através da conta que você usa para fazer login em todos eles ao mesmo tempo, que é a sua identidade digital. Essa conta está ligada à economia de cada um desses jogos, sendo dona de uma só carteira que une os ativos de cada um deles.

Se você ainda não conhece termos como “carteira” e “ativos”, este post explica diversos conceitos básicos, incluindo NFT, blockchain e criptomoeda: Play to earn: o que é, como funciona e os principais jogos.

No futuro, alguns itens que você usa no universo de um jogo poderão ser usados em todos os outros. Isso quer dizer que você vai poder ter o mesmo avatar e o mesmo carro, por exemplo, em todo o metaverso, ou seja, nos universos de cada um dos games que você joga. A integração entre os diferentes jogos vai permitir a cada jogador criar uma identidade sólida no mundo digital, que pode ajudar na construção de uma reputação no metaverso.

AVATARES

Os avatares são os personagens que representam você no metaverso, sendo possível customizá-los para ter a aparência que você quiser. Seu avatar pode ou não parecer com você, e você pode ter mais de um para usar em diferentes situações. Cada jogo oferece seus próprios avatares, mas existem projetos como o CryptoAvatars e o Genies, que têm a função de fazer um avatar exclusivo para te representar no metaverso.

AVATAR PROJECTS

Bored Ape Yacht Club é uma das coleções de avatares mais bem sucedidas da história. Fonte: BAYC.

O mercado dos avatares tem se tornado milionário. Bored Ape Yacht Club (BAYC) é uma coleção de avatares baseados em macacos que possui 10 mil exemplares em NFT. Ela foi inspirada nos filmes da franquia Planeta dos Macacos. Esses NFTs podem ser adquiridos com Ether (ETH).

A coleção foi lançada em abril deste ano e todos os itens foram vendidos em poucos dias, totalizando US$ 24,3 milhões, cerca de US$ 200 por macaco. Coleções como essas são chamadas de Avatar Projects. A primeira, CryptoPunks, foi lançada em 2017.

MODA VIRTUAL

Alguns tênis virtuais podem ser “usados” pelos donos em filtros do Snapchat. Fonte: RTFKT.

A venda de roupas para avatares também tem se tornado um mercado sólido. A moda virtual ou “cripto fashion” tem atraído para o metaverso marcas conceituadas como Louis Vuitton e Gucci. A ideia é que, se o seu avatar representa você, então o que ele está vestindo é também uma roupa para você mesmo.

Em junho deste ano, Decentraland anunciou que os usuários poderiam fazer roupas para vender dentro da plataforma. O usuário Hiroto Kai ganhou destaque por fazer uma coleção de quimonos vendidos por cerca de US$ 140,00 cada. A empresa RTFKT também tem se destacado no metaverso ao lançar tênis para avatares que podem ser “usados” pelos donos através de filtros do Snapchat.

OSTENTAÇÃO

Usar um item de um Avatar Project como imagem do Twitter é um símbolo de status. Recentemente, a Bloomberg comparou os NFTs aos Rolex e aos Lamborghini (marcas caras de relógio e carro, para quem não conhece), como novas formas de ostentação. Já ocorreu de itens da coleção CryptoPunks (a mais cara) serem alugados para que pessoas sem condição de comprá-los pudessem usá-las no perfil do Twitter por um tempo limitado.

TERRENOS

Você já ouviu alguém mais velho dizendo que, quando começou a usar a Internet, ainda era tudo mato? Dependendo da sua idade, talvez você mesmo já tenha dito isso! Então, estamos num momento em que podemos afirmar que ainda “é tudo mato” no metaverso. Isso quer dizer que esse espaço ainda não foi explorado, ainda não se desenvolveu.

Mas, no metaverso, essa frase tem um sentido especial (e espacial). É que, nessa realidade virtual, os mundos realmente são divididos em terrenos que podem ser comprados, e você pode se tornar o dono de um cantinho do metaverso. De fato, universos como os de Decentraland, Upland e The Sandbox só começaram a serem “colonizados” há pouco tempo. Upland, que é uma réplica da Terra, ainda vendeu uma parte muito pequena do nosso planeta.

Se você ainda não conseguiu comprar nada, não se preocupe. A tendência de parte desses universos digitais é sempre terem mais terra para ser vendida. Afinal, grande parte deles não reproduz um planeta com espaço definido, mas sim um mundo que pode sempre crescer, sem um limite. E cada dia mais universos diferentes aparecem no metaverso.

Os usuários compram terrenos para desenvolver os seus próprios “mundos” particulares dentro do universo da plataforma escolhida. Isso porque os proprietários dos terrenos podem usá-los como quiserem. Em algumas plataformas, é possível criar seus próprios jogos dentro do seu terreno, além de construir cenários temáticos de acordo com sua criatividade.

INTERESSE DAS MARCAS

A economia e a venda de mercadorias é um aspecto muito importante do metaverso. Você pode usar criptomoedas para adquirir itens virtuais para o seu avatar ou território. Cada um deles é um NFT, sendo um produto único no mundo. Essas transações de compra e venda se dão através de uma economia aberta, com registros no blockchain e controladas por aplicativos decentralizados (DApps).

O investimento das marcas no metaverso prevendo bons resultados é imenso. A empresa Republic Realm, que é uma imobiliária digital de Nova York, comprou um terreno de 1,5 mil metros quadrados no Decentraland por quase US$ 1 milhão! A intensão da compradora foi construir uma zona comercial virtual no local para vender roupas e acessórios virtuais.

Alguns games também têm uma relação de proximidade com a cultura pop. Foi anunciado, por exemplo, que o cantor Snoop Dogg vai ter uma mansão dentro do metaverso de The Sandbox, dando festas exclusivas para quem adquirir NFTs ligados a ele. Também haverá um território todo dedicado à série The Walking Dead, no qual os usuários poderão ter seus próprios lotes.

METAVERSO NOS JOGOS PLAY TO EARN

Nos jogos play to earn, a compra e a venda de itens e terrenos pode render um bom dinheiro para o jogador. Ativos NFT comprados no seu lançamento, como terrenos e itens de coleção, trazem uma grande oportunidade de lucro na revenda.

Quanto maior a escassez e maior a demanda, mais o preço sobe, de modo que comprar esses itens enquanto eles ainda estão disponíveis permite vendê-los por uma quantia maior quando eles se esgotam. Tudo isso garante uma interação potente entre jogos e economia no metaverso.

Na maioria dos games existentes, o próprio jogo te dá uma roteiro do que fazer, um objetivo, e você apenas segue. Nos jogos play to earn também há objetivos gerais, porém, existe uma diferença: os jogadores têm suas motivações próprias frente à economia aberta que esses games possuem.

Há dois fatores que diferenciam os mundos digitais de jogos play to earn dos demais jogos dentro do metaverso. A primeira questão é a possibilidade de ganhar dinheiro dentro desses mundos. A segunda é que os itens e terrenos são identificados como NFTs no blockchain.

Cada terreno e cada item que você compra em um mundo virtual play to earn é único e pertence a você, não aos desenvolvedores dos jogos. Portanto, você pode vender a qualquer momento para outros jogadores, e os próprios jogos intermediam esses negócios para você.

É possível também criar itens e desenvolver terrenos, gerando ativos mesmo sem a necessidade de pagar a mais por eles. De fato, o papel de criador do usuário é muito incentivado pelos desenvolvedores de jogos play to earn, afinal, o universo desses games é construído pelos próprios jogadores.

A seguir, vamos dar um exemplo de três jogos play to earn que têm seus próprios universos digitais dentro do metaverso. Acompanhe:

DECENTRALAND

Vizinhanças se formam com interesses comuns nesse mundo virtual. Fonte: Decentraland.

Decentraland é um universo virtual fundado em 2016. Nesse jogo play to earn, o usuário compra LANDs, que são tokens que representam pedaços do mapa virtual do game. Os LANDs podem ser adquiridos com MANA, que é a criptomoeda do jogo. O game é a primeira plataforma desse tipo a ter uma Organização Autônoma Descentralizada (DAO), ou seja, ele é governado pelos próprios usuários.

Os jogadores podem desenvolver seus terrenos como quiserem, criando desde uma paisagem 3D estática até um jogo interativo. Há duas ferramentas para construir nos seus terrenos. A primeira é a Builder, que tem vários itens pré-construídos, sendo parte deles interativa com o usuário. A segunda é a SDK, usada para criar cenas através de códigos. É possível combinar as duas ferramentas, além de importar modelos 3D de outros aplicativos.

Vizinhanças costumam ser formadas no jogo à medida em que jogadores com os mesmos interesses compram propriedades próximas umas das outras. Assim, surgem comunidades locais. Diversas marcas ficam de olho nessa dinâmica para instalar outdoors em lugares estratégicos dentro do jogo.

Você também pode monetizar seu espaço no Decentraland, dando acesso ao seu conteúdo a outros jogadores apenas se eles pagarem um valor para você, por exemplo. Mas mesmo sem ter ativos no jogo, você pode explorá-lo livremente.

THE SANDBOX

Um mundo criado em uma “caixa de areia” virtual. Fonte: The Sandbox.

As caixas de areia são brinquedos que permitem que as crianças construam castelinhos de areia no quintal de casa, modelando um pequeno mundo na sua imaginação. É exatamente isso o que The Sandbox (que significa “a caixa de areia”) proporciona. É um universo digital no qual você pode comprar terrenos para construir e criar o seu pedacinho de mundo.

The Sandbox é um jogo que existe desde 2012, mas só em 2018 ele ganhou sua versão para blockchain. O game é controlado a partir de três aplicativos: o VoxEdit, o Game Maker e o Marketplace. Os objetos criados com o VoxEdit tornam-se ativos NFT que o usuário pode vender posteriormente no Marketplace. É possível criar pessoas, animais, ferramentas, entre muitas outras coisas.

Com o Game Maker, você pode fazer jogos 3D para hospedar no seu terreno. Não é necessário nenhum tipo de conhecimento técnico em programação para utilizar essa ferramenta. Pelo contrário, ela permite a criação de jogos de uma forma bem rápida, mesmo para quem não tem experiência com essa atividade.

O terreno é chamado de LAND, e o proprietário pode desenvolvê-lo como quiser utilizando as ferramentas do jogo. Ele pode ser vendido a qualquer momento, mas também pode ser alugado para outros jogadores. A moeda do jogo é a SAND. Ela serve para comprar terrenos e também itens NFT para o seu avatar ou para decorar seus terrenos. Esses itens são chamados de ASSETs.

UPLAND

Com a ajuda do Google Maps, esse jogo faz uma réplica idêntica da Terra. Fonte: Upland.

O universo de Upland é uma cópia digital da Terra lançada em 2020. Todas as propriedades que estão disponíveis para serem vendidas no jogo são terrenos idênticos aos que existem de fato no nosso mundo. Através do Google Maps, o jogo é capaz de reproduzir cada pedacinho do nosso planeta.

Depois de comprar um terreno, é possível construir nele. Para isso, é necessário usar um token chamado Spark. Esse token é um tipo de moeda que não se esgota. Você pode empregar a quantidade de Sparks que você tiver nas suas construções, e, quando elas acabarem, você pode usá-los de novo em outras.

Para compra dos terrenos, a moeda necessária é a UPX. Existe um tipo de terreno chamado FSA que só pode ser comprado por quem está começando no jogo, para dar mais chance aos iniciantes. Algumas propriedades fazem parte de coleções umas com as outras, gerando bônus para os usuários que tiverem coleções completas. De vez em quando, o jogo lança os terrenos de uma nova cidade para serem vendidos.

Para mais informações sobre esse jogo, veja o artigo: Upland: aprenda a jogar e ganhar dinheiro.

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Se você ainda não conhece jogos play to earn que funcionam dentro da dinâmica do metaverso, recomendamos que você experimente algum deles! É muito difícil não gostar de algum. Se você já joga games desse tipo, agora você tem mais elementos para olhar para eles com outros olhos e ver o quanto eles estão à frente dos demais.

Imagem de capa: sfw.cn.

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